A questão crucial remete-nos para o que sentem os corpos quando estão juntos.
Não sendo fácil viver do conflito entre o erróneo de que nos impregnamos, as fraquezas de que somos feitos e as sujidades que proporcionamos, aceita-se um herói, capaz de contornar o erróneo, de aceitar as fraquezas e de sobreviver à sujidade do processo.
Dê-se tempo e uma paz instituída que a sabedoria virá.

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